[DIÁRIO DE LEITURA] Pássaros Feridos #2


Passamos então a acompanhar a entrada de Meggie na escola e o modo como é tratada pelas madres que, por algum motivo bizarro a escolhem para torturar, ofender e espancar.

Isso piora quando descobrem que ela é canhota, obrigando-a a enfaixar o braço, deixando-o imobilizado de modo que só lhe reste a direita para escrever, o que, obviamente não funciona.

A menina acaba fazendo amizade com uma menina italiana, mas tal é desencorajado pela família (acima) pois o pessoal da Nova Zelândia enxerga os “carcamanos” como sujos e desprezíveis.

A coisa perde o controle quando ela aparece em casa com piolhos e logo deduzem que a “suja italiana” seja a causa, sem pararem para pensar que a ocorrência poderia ter vindo de qualquer criança.

Num ato descontrolado, o pai de Meggie vai até a casa dos pais da menina italiana e os joga à força numa fonte para lavá-los, levando-os a terem que retirar a menina da escola e se mudarem.

Devo dizer que ler estes trecho para mim foi difícil, por causa da injustiça e do preconceito… Meggie não demonstra sua tristeza por tudo isso, mas é visível que algo de puro morre nela.

Enquanto isso, o irmão mais velho dela mostra sua intenção de ir para guerra, algo que atormenta a mente do pai.

Veja a Parte I desse Diário

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