[DIÁRIO DE LEITURA] A Capital da Solidão #6


Agora vemos as repercussões da Proclamação da República em São Paulo, que por muito tempo queria se emancipar do resto do Brasil. Assim, o lado federalista da república acabou contribuindo para a conquista dessa autonomia.

Acompanhamos também as levas de imigrantes e suas condições de vida, que não eram muito melhores que as dos negros, como se poderia supor.

Francesco Matarazzo emigrou para o Brasil e se tornou o homem mais rico do país.

Os mais sortudos preencheram a lacuna de comerciantes e serviços especializados na cidade, chegando a ficarem ricos e famosos, como os Matarazzo.

Depois, ficamos sabendo que os criadores do Viaduto do Chá e da Av. Paulista eram estrangeiros, um francês e uruguaio, respectivamente. O viaduto começou em 1888 por iniciativa privada e chegou a ter pedágio por alguns anos. O objetivo dele era conectar as duas colinas, sem que se precisasse descer uma e depois subir a outra.

Já os Campos Elísios e Higienópolis foram bairros criados para serem “de ricos”, em pontos altos, longe da insalubridade (leia-se pobres e linhas de trem).

Por fim, conhecemos Ramos de Azevedo (acima), o engenheiro-arquiteto por trás de grandes obras, como a Pinacoteca, Mercado Municipal e o Teatro Municipal. Isso explica porque a praça em frente deste último leva seu nome.

Veja as Partes IIIIIIIV e V desse Diário

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