[DIÁRIO DE LEITURA] O Cemitério #6


A mulher de Jud morre de doença e Louis leva à filha ao velório, após muita relutância de Rachel que, enfim, explica o motivo de temer tanto a morte. Ela nos conta a história de sua irmã doente (Zelda) que foi como um demônio na sua vida. Sua narrativa só faz o médico ficar com mais raiva dos sogros por terem deixado sua esposa, quando criança, cuidando da irmã enferma e meio louca.

Depois temos “o último dia feliz” de Louis com o bebê Gage, antes do acidente na rodovia. Como era de se esperar, Rachel vira um zumbi e o médico fica revivendo o atropelamento, pensando que poderia ter salvo o menino, imaginando sua vida não-vivida.

Quando acontece o funeral, ele briga com o sogro e vira aquela “baixaria”. Até o caixão da criança cai no chão e periga revelar o defunto destroçado pelo caminhão.

Antes do enterro, no entanto, Louis fica pensando na possibilidade de levar o corpo ao cemitério indígena, mas o vizinho lê seus pensamentos e tenta alertá-lo, contando que isso já fora feito no passado, mas que o resultado não tinha dado muito certo.

Apesar dos avisos, a ideia não sai de sua cabeça, a ponto de começar a planejar invadir o cemitério onde o filho foi enterrado para fazer o ritual.

Veja as Partes I, IIIIIIV e V desse Diário

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