[DIÁRIO DE LEITURA] A Capital da Solidão #5


Estou agora no trecho em que Pompeu conta como a criação da universidade de Direito (Largo São Francisco, onde antes funcionava um convento), o café e o trem foram os principais responsáveis em tirar São Paulo do seu isolamento.

Ou seja, se não tivesse calhado de plantarem café no Estado, o que só aconteceu porque houve problemas em outras terras, o trem não teria vindo, nem passado dentro da cidade, o que geralmente traz mais pessoas e desenvolvimento.

Largo do Capim (Largo São Francisco), 1860

Largo do Capim (Largo São Francisco), 1860

Isso somado à vinda de estudantes (e posteriormente dos imigrantes) e uma série de mudanças de infraestrutura dentro da cidade, mesmo que lentamente, São Paulo foi perdendo a cara provinciana para ir se transformando no caos urbano que é hoje.

luizgama-e1446151803411

Luiz Gama, importante jornalista, poeta e ex-escravo

O autor também nos conta sobre vários personagens que só sabemos de placas de rua, como a família Paes de Barros, além de narrar episódios interessantes do impacto da Guerra do Paraguai na cidade e da luta abolicionista (acima).

Veja as Partes IIIIII e IV desse Diário

Anúncios

Um pensamento sobre “[DIÁRIO DE LEITURA] A Capital da Solidão #5

  1. Pingback: [DIÁRIO DE LEITURA] A Capital da Solidão #6 | Leituras de Taróloga

O que achou dessa leitura?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s