[DIÁRIO DE LEITURA] O Cemitério #4


Em casa, a filha de Louis começa a ter medo de que o gato, Church, morra ao atravessar a estrada. Rachel, a mãe, briga com o marido, perdendo as estribeiras. Revendo seus conceitos, o pai resolve castrar o animal para que fique mais quieto em casa e, portanto, seguro.

cemiterio

Church, o nome do gato, nada mais é do que diminutivo de Winston Churchill.

Assim, tudo simplesmente volta ao normal no dia seguinte, quando Louis sai para seu primeiro dia de trabalho, enfrentando um grande engarrafamento.

Isso até chegar e ser surpreendido com um acidente de moto fatal. Um rapaz tem seu cérebro estourado numa batida. Apesar de praticamente morto, ele conversa com Louis, se referindo ao Cemitério de Bichos. O médico fica assustado, até porque, com a cabeça aberta, como poderia ele articular qualquer coisa?

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No fim, ele morre e Louis tenta superar isso, organizando as coisas da clínica, espantando curiosos, etc. Quando retorna, sua esposa está comovida com o ocorrido e tenta animá-lo (leia-se sexo). Apesar disso, durante o sono, ele é vistado pelo que parece o espírito do morto que o leva até o cemitério e o avisa para não cruzar a linha.

Obviamente, ele acha que sonhou, até perceber que seus pé estão sujos de terra na cama (um clichê muito manjado que não sei se nasceu com King ou já existia antes dele).

Veja as Partes I, II e III desse Diário

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