[DIÁRIO DE LEITURA] No Tempo dos Cavaleiros da Távola Redonda #3


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No último terço do livro, temos algumas constatações:

  • Que apesar da religião ser mais presente na vida das pessoas do que hoje (todo o calendário girava em torno de atividades religiosas), ninguém a seguia tão firmemente, fazendo muitas coisas pela própria cabeça. Neste sentido, a religião é como o Estado atual, cheio de regras que as pessoas acabavam descumprindo;
  • Mesmo assim, as pessoas seguiam, de mal-grado, o jejum e faziam peregrinações (acima);
  • A moda do vestuário começou a ser importante nesta época, assim como amor cortês e a idealização da mulher;
  • As guerras que aconteciam mais eram privadas, entre feudos, e não tanto entre nações. Mesmo assim, se combatia (e se morria) pouco, preferindo mais as gestas (competições);
  • Por isso, como o povo vivia pagando para não combater (multa), isso acabou virando um imposto fixo para sustentar um exército permanente;
  • Falando em jogos, os mais populares eram os dados e o xadrez. As cartas passaram a existir a partir do século XIV, abrindo as portas para a criação do Tarô.

O_Rei-enxadrista

Veja as Partes I e II desse Diário

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