[MÊS DOS CLÁSSICOS] Odisséia #3


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Telêmaco solicita uma espécie de assembléia e diz a todos que está incomodado com a postura dos pretendentes, que consomem todas as reservas da ilha, sem que façam o caminho correto, que é irem até o pai de Penélope e lhe darem um dote oficial por sua mão.

Os homens, no entanto, dizem que a culpa é da rainha, que os mantém por perto afirmando que, tão logo terminasse de tecer uma peça a seu sogro, escolheria alguém entre os pretendentes. Porém, os anos se passaram e, em segredo, ela tecia de dia e desmanchava o tecido de noite, para nunca ter que fazer qualquer escolha. Isto posto, pedem a Telêmaco que mande a mãe embora da ilha. O filho de Ulisses defende Penélope, afirmando que não poderia jamais livrar-se dela.

Aproveitando a ocasião, ele pede homens e navios para investigar se seu pai morrera, o que lhe é negado, mesmo que, um vidente, no meio do povo, profetize horrores àqueles que estão abusando da hospitalidade de Telêmaco.

Felizmente, Atenas, ainda disfarçada de Mentor, diz que arrumará os homens e as embarcações para Telêmaco (após este lhe dedicar uma oração, acima). O rapaz então arruma suas coisas e, sem avisar a mãe, parte.

Veja as Partes I e II desse Diário

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2 pensamentos sobre “[MÊS DOS CLÁSSICOS] Odisséia #3

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