[MÊS DOS CLÁSSICOS] A Divina Comédia


Este livro tem vários aspectos interessantes.

O primeiro é que seu título foi dado por outro autor: Giovanni Boccaccio. Segundo que foi escrito num dialeto popular à época, parecido ao italiano atual, algo que não se costuma fazer (os textos eram escritos em latim). Terceiro, Dante (abaixo), o autor e personagem, personifica, segundo estudos, o homem; Beatriz (que ele busca), a fé; e Virgílio (o poeta da Eneida), a razão.

Portrait_de_Dante

A história está dividida em três partes: Inferno, Purgatório e Paraíso. Logo, a impressão que temos de que A Divina Comédia se trata apenas da “terra do Diabo” é enganosa.

Outro ponto curioso é que todos os livros clássicos que leio no momento estão interligados. Odisseia e Eneida contam o que veio depois da Guerra de Tróia (descrita na Ilíada, abaixo). Dom Quixote se inspira nestes clássicos (ou os evoca) e A Divina Comédia pede ajuda a um de seus poetas, usando-o como personagem.

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O livro começa com Dante incerto se pode ou não empreender a tal viagem ao Inferno. Neste ponto, Virgílio intercede e afirma que foi mandado por Beatriz, para ser seu guia protetor. Sabendo disso, Dante se enche de coragem e segue adiante.

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3 pensamentos sobre “[MÊS DOS CLÁSSICOS] A Divina Comédia

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