[MÊS DA CIÊNCIA E FILOSOFIA] A Arte de Viajar #3


Agora estamos explorando a questão do exótico, quando viajamos em busca de coisas que são diferentes do nosso lar e com as quais nos identificamos, afinal, não vamos para lugares estranhos apenas por isso, mas porque esta estranheza faz sentido para nós.

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Por exemplo, o autor de Madame Bovary, Flaubert (acima), adorava o Egito, mesmo com seu caos, sujeira, falta de educação e clima difícil, pois considerava isso mais real do que seu país organizado e moralista.

Isso explica porque estamos sempre querendo o contrário do que temos. Assim, os brasileiros podem preferir a eficiência européia, por não a desfrutarem no Brasil e os europeus acharem mais interessante a liberdade e improvisação dos trópicos.

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Então, se um morador da favela no Rio de Janeiro quer ter uma vida melhor, num local mais “normal”, com água encanada, cep, segurança, acesso a transporte, o alemão pode querer morar dentro da comunidade para ter a “experiência” do que é viver desse modo.

Existem exemplos menos sociais, claro. Quem mora na praia anseia pelo campo, quem vive em lugares históricos, deseja saber como é a metrópole e assim por diante.

Veja as Partes 1 e 2 desse Diário

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